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307

Propriedade Valor
id 307
petrografo Roberto Vieira Araújo
granulacao_minima Fanerítica grossa (5,0-30,0mm)
protolito None
cod_amostra 9769
projeto Geologia da Folha Sousa
granulacao_media Fanerítica grossa (5,0-30,0mm)
cod_afloramento 251203
base_cartografica SB.24-Z-A - Sousa
granulacao_maxima Fanerítica grossa (5,0-30,0mm)
rocha Biotita-anfibólio sienogranito
cod_rocha 260323
tipo_secao Delgada
selecionamento None
link p_cod_amostra=9769&p_cod_rocha=260323&p_cod_afloramento=251203
num_campo_amostra VC-013
grau_intemperismo Não intemperizada
consistencia_amostra Friável
local_lamina SUREG-RE
cod_lamina 520
tamanho_amostra 15 cm
contato None
lote_lamina None
num_campo_lamina FDR-015
cor_rx_fresca Bege claro
cod_classificacao None
num_lab_lamina None
notas Os fenocristais de k-feldspato (microclina) constituem cerca de 40% da lâmina, são euedrais a subedrais (ligeriramente corroídos nas bordas), tabulares, exibem com frequência geminação cruzada, às vezes combinada com geminação carlsbad. Bordejando estes fenocristais de microclina, ocorrem plagioclásio de tamanho pequeno, geralmente apresentando textura mirmequítica (intercrescimento com quartzo) e algumas vezes textura poiquilítica (repleta de inclusões, principalmente de outros feldspatos e quartzo). Estes aspecto textural (fenocristal de álcali-feldspato, manteado por uma fina camada de plagioclásio tardio) é sugestivo de discreta textura rapakivi "lato sensu", e sugere processos de mistura de magma na evolução petrogenética deste plúton. O excesso de potássico, materializado nos fenocristais de k-feldspato que, em amostra de mão, perfase 60% da rocha (e nesta lâmina aqui descrita, 40% do volume modal), é indicativo de se tratar da suíte granítica cálcio-alcalina de médio alto-k, porfirítica média a grossa, comum em toda a provincia borborema durante o plutonismo brasiliano. Quartzo ocorre como cristais anedrais, alongados, com bordas irregulares, exibindo extinção ondulante e aspecto relativamente límpido (inalterado). Plagioclásio precoce ocorre como cristais grandes, exibindo geminação polissintética, formando 5% da lâmina. Com os plagioclásios tardios, mirmequíticos e menores, os quais perfazem também 5%, formam o total de 10% de plagioclásio. Esta amostra procede de Cajazeiras (PB), tendo sido descrita em campo como um granito pórfiro, ocorrendo como batólito. As fases máficas: biotita, anfibólio e opacos, subordinamente epidoto com núcleo de alanita, titanita e alanita, ocorrem sempre associados, alinhados em diversas direções de fluxo magmático. Estas fases minerais apresentam-se alteradas e fragmentadas. VC-013 é um biotita anfibólio sienogranito com matriz máfica, porfirítico grosso.
cor_rx_intemperizada None
ficha None
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