This server is for Experimental Purposes only. Not ready for production, yet...


306

Propriedade Valor
id 306
petrografo Roberto Vieira Araújo
granulacao_minima Fanerítica fina (<1,0mm)
protolito Hornblenda granodiorito gnáissico
cod_amostra 9742
projeto Geologia da Folha Sousa
granulacao_media Fanerítica fina (<1,0mm)
cod_afloramento 251173
base_cartografica SB.24-Z-A - Sousa
granulacao_maxima Fanerítica fina (<1,0mm)
rocha Hornblenda gnaisse
cod_rocha 260270
tipo_secao Delgada
selecionamento None
link p_cod_amostra=9742&p_cod_rocha=260270&p_cod_afloramento=251173
num_campo_amostra VC-507
grau_intemperismo Não intemperizada
consistencia_amostra Friável
local_lamina SUREG-RE
cod_lamina 498
tamanho_amostra 15 cm
contato None
lote_lamina None
num_campo_lamina FDS-854
cor_rx_fresca Cinza claro
cod_classificacao None
num_lab_lamina None
notas Em seção delgada observa-se uma rocha metamórfica, protomilonítica (matriz triturada constituindo em torno de 10% do volume modal da rocha), porfiroclástica, gnáissica. Os minerais félsicos constituem 60% da moda da rocha, sendo formados por cristais de quartzo, plagioclásio e microclina, os quais ocorrem em pelo menos três gerações precoce, de cristais maiores, subcentimétricos a centimétricos, deformados em forma de olhos; uma segunda geração, submilimétrica a milimétrica, formada por recristalização metamórfica dos félsicos, principalmente quartzo; e uma terceira geração, triturada, cominuída, formando uma matriz protomilonítica. Os minerais máficos perfazem 40% do volume modal e são constituídos por: hornblenda, biotita, epidoto, titanita, alanita, apatita, opacos, clinozoisita e calcita secundária. Ocorrem orientados segundo a foliação principal da rocha, os cristais maiores (principalmente hornblenda) apresentam-se às vezes deformados, também em forma de olhos. Em lâmina a hornblenda apresenta-se como cristais prismáticos, de tamanhos centimétricos e pleocroísmo forte, verde-esmeralda, às vezes fraturados e preenchidos secundariamente por veios tardios, contendo com frequência inclusões variadas (tanto de minerais máficos diminutos, quanto de quartzo e/ou feldspatos, bem como de pequenos fragmentos de rocha). Os demais minerais máficos apresentam-se com tamanhos menores, milimétricos a submilimétricos, acompanhando as fases deformativas da rocha, desenhando micro-estruturas diversas, mas sempre obedecendo à orientação geral da foliação principal da rocha. Ao longo dos planos de foliação, penetraram fluidos metassomáticos, produzindo epidotos e carbonatos secundários. Existem também alanitas com bordas de epidoto, e epidotização das bordas de alguns cristais de hornblenda. As biotitas ocorrem como lamelas de pleocroísmo marrom a amarelo-claro, encurvadas e contornando os cristais maiores de hornblenda; associadas aos demais minerais máficos (titanita, alanita, opacos, etc...) Os opacos, alanita, clinozoisita, carbonato, ocorrem em proporções acessórias (0,5% cada). Titanita e apatita ocorrem em proporções um pouco maiores (1% cada), euédricas a subédricas, com tamanhos milimétricos. Esta amostra VC-507 foi coletada em Aurora (CE) e classificada preliminarmente como um ortognaisse cinza, de granulação média, com pórfiros de anfibólio ou piroxênio. A análise petrográfica mostrou que é um hornblenda ortognaisse milonitizado (protomilonítico), porfiroclástico. Não tem piroxênio.
cor_rx_intemperizada None
ficha None
Links