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Descrita pela estagiária Larissa Petrolli sob supervisão da petrógrafa Andrea Sander.
A rocha possui granulação fina a grossa, apresentam às texturas inequigranular, porfiroclástica, granoblástica poligonal, poiquilítica, mimerquitíca, sendo constituída por porfiroclastos com granulação média a grossa de plagioclásio, ortoclásio e biotita, envolvidos por uma matriz de granulação fina a média constituída por feldspatos, quartzo, biotita, epidoto, apatita, titanita, alanita, zircão, opacos e hidróxidos de ferro. A mineralogia secundária está representada por sericita, clorita, epidoto, opacos e hidróxidos de ferro. Os porfiroclastos de feldspatos em geral são subédricos a anédricos, apresentam extinção ondulante, por vezes ocorrem fraturados e falhados. Os plagioclásios ocorrem zonados, em geral são subédricos a anédricos, com contatos retos a irregulares, apresentam extinção ondulante, apresentam baixo a médio grau de alteração mediante processos de sericitização e oxidação. Observa-se, por vezes o desaparecimento parcial da geminação. No ortoclásio observa-se o processo de microclinização caracterizado pela transformação parcial do ortoclásio em microclínio devido à deformação. O microclínio ocorre em menor quantidade que o ortoclásio. A biotita ocorre na matriz e como inclusões, estando associada devido a processos de alteração à muscovita, clorita, epidoto, sericita, opacos e hidróxidos de ferro, por vezes observa-se dobramento aberto. O quartzo ocorre na forma de agregados policristalinos parcialmente recristalizados.
3.Classe: Metamorfismo de fácies anfibolito
4.Classificação: Biotita gnaisse sienogranito
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