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Em lâmina, a rocha é composta principalmente por minerais félsicos, que possuem uma granulometria predominantemente média, dispostos aleatoriamente.
A mineralogia máfica é representada principalmente por cristais de biotita (06%) que são ripas sempre apresentando uma coloração marrom-amarelada, com granulometria comumente fina, comumente ocorrem cristais de muscovita (01%) que também são ripiformes, são incolores e por vezes ocorrem acompanhando a mesma direção da biotita (Figura 01) e por vezes ocorrem em cristais truncando as biotitas. O zircão (traço) é a outra fase mineral máfica encontrada, sempre em cristais minúsculos.
A mineralogia félsica é composta pelos cristais de plagioclásio (30%), quartzo (20%) e K-feldspato (43%). Os cristais de quartzo são geralmente xenoblásticos com granulometria média, são incolores, apresentando às vezes inclusão de biotita, bem como cristais de feldspato. Os cristais de plagioclásio ocorrem apenas apresentando a geminação polissintética, possuindo granulometria fina-média, apresentando comumente cristais alterados para muscovita. Os cristais de K-feldspato aparentam ocorrer em maior quantidade e também com uma granulometria maior, com alguns cristais apresentando dimensão acima de 4,0 mm, são cristais que apresentam geminação no padrão xadrez frequentemente exibindo também micropertitas.
PARAGÊNESES MINERAIS
1 - Biotita + zircão
2 - Biotita + muscovita
3 - Quartzo + plagioclásio + K-feldspato
4 - Plagioclásio + muscovita
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