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Rocha metamórfica de cor cinza claro a creme, granulação varia de fina a média, sendo os maiores grãos de feldspato potássico. Outros minerais observados são quartzo, biotita e plagioclásio (?). A mostra apresenta leve foliação, e pouco intemperizada.
textura-blastomilonítica, inequigranular fina a grossa.
Mineralogia: quartzo(42%); microclina (39%); plagioclásio (10%); biotita (8%), epidoto (<1%); muscovita-alteração (<1%)
Rocha félsica, levemente foliada, com estreitos níveis mais ricos em biotita (Foto SF 51-1). Rocha inequigranular, abrangendo granulação fina e média para a maioria dos grãos (quartzo e biotita, basicamente) e grossa para os grãos de microclina. Localmente forma bandas irregulares (Foto SF 51-2) onde apresenta grãos grossos de quartzo, incluindo as microclinas.
Quartzo: anédricos, granulação fina a grossa (maioria com tamanho aproximado de 1,6mm). São levemente alongados, alguns com extinção ondulante indicando deformação, mas grande parte já se encontra em processo de recristalização; por vezes englobam micas (biotita ou muscovita).
Microclina: anédricos, granulação fina a grossa (0,3mm é a média dos pequenos e 4,0 dos grandes). Sofre sericitização, é localmente pertítica. Apresenta inclusões (Foto SF 51-3) de quartzo e biotita em alguns grãos.
Plagioclásio: anédricos, granulação fina a média, maioria em torno de 0,28mm (Foto SF 51-4).
Biotita: granulação em diversos tamanhos chegando a 1mm. Variam de anédricas a euédricas, em geral, quanto maior, mais anédrica. Parte altera para muscovita. A biotita define a foliação da rocha.
Muscovita: muito fina (sericita), provinda da alteração dos feldspatos, e também da biotita. Neste último caso, são mais bem formadas, pois são pseudomorfos sobre a biotita.
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