Divisão de Geologia Marinha - Departamento de Geologia
Type of resources
Available actions
Provided by
Years
Formats
status
Scale
-
Produtos derivados dos dados de perfilagem acústica de subsuperfície e de batimetria multifeixe. Esses dados foram levantados nas Expedições Científicas realizadas no período compreendido entre 17 de maio e 29 de julho de 2012, a bordo do navio de pesquisa R/V Ocean Stawart, da empresa CP+. O projeto está delimitado entre os paralelos 0.75N e 12.70N e entre as longitudes 044.39ºO e 029.16ºO. As linhas de levantamento foram espaçadas de 6 a 8 Km, com direção leste-oeste e comprimentos de 40 a 80 Km, perfazendo uma área total sondada de 88.700 Km². A perfilagem de subsuperfície foi adquirida pelo equipamento Kundsen 3260 e processados pelo software Sonarwiz. Os dados batimétricos foram adquiridos pelo equipamento Reson 7150-F dual frequency e processados no software CARIS HIPS & SIPS. Esses levantamentos fazem parte do Projeto de Prospecção e Exploração de Sulfetos Polimetálicos da Cordilheira Mesoatlântica – PROCORDILHEIRA, projeto que está inserido no Programa Oceanos, Zona Costeira e Antártica, coordenado pelo Ministério das Relações Exteriores – MRE e executado pelo Serviço Geológico do Brasil – CPRM.
-
O Projeto de Prospecção e Exploração de Diamantes na Plataforma Continental Adjacente à Foz do Rio Jequitinhonha e Pardo Salobro (PROJEQUITINHONHA) está inserido no Programa de Avaliação da Potencialidade Mineral da Plataforma Interministerial para os Recursos do Mar e que possui um Comitê Executivo do qual o Serviço Geológico do Brasil - CPRM é membro. O projeto PROJEQUITINHONHA realizado na plataforma continental na porção sul da Bahia foi executada pelo Núcleo de Apoio de Natal ligado a Superintendência Regional de Recife sob coordenação geral da Diretoria de Geologia e Recursos Minerais - DGM e do Departamento de Recursos Minerais - DEREM.
-
A aquisição dos dados de batimetria multifeixe (MBES - Multibeam Echo Sounder) foi realizada pelo Navio Hidrográfico Sirius (H21), da Marinha do Brasil, na área sobre o Terraço do Rio Grande, em dois períodos distintos: de 24 a 28 de março de 2010 e de 18 a 25 de março de 2011, totalizando 6770 km². O equipamento utilizado na coleta dos dados foi o multifeixe Kongsberg EM-302, que opera na frequência de 30 kHz com 288 feixes, capazes de determinar até 432 sondagens por pulso. O processamento dos dados brutos foi realizado em conjunto através do software Caris HIPS and SIPS 10.2, visando gerar mapas de batimetria, backscatter, gradiente e densidade de sondagens. As coordenadas estão referenciadas ao Datum SIRGAS2000, sistema de coordenadas geográficas. Escala 1:250.000.
-
Produtos derivados dos dados de perfilagem acústica de subsuperfície e de batimetria multifeixe. Esses dados foram levantados nas Expedições Científicas realizadas no período compreendido entre 17 de maio e 29 de julho de 2012, a bordo do navio de pesquisa R/V Ocean Stawart, da empresa CP+. O projeto está delimitado entre os paralelos 0.75N e 12.70N e entre as longitudes 044.39ºO e 029.16ºO. As linhas de levantamento foram espaçadas de 6 a 8 Km, com direção leste-oeste e comprimentos de 40 a 80 Km, perfazendo uma área total sondada de 88.700 Km². A perfilagem de subsuperfície foi adquirida pelo equipamento Kundsen 3260 e processados pelo software Sonarwiz. Os dados batimétricos foram adquiridos pelo equipamento Reson 7150-F dual frequency e processados no software CARIS HIPS & SIPS. Esses levantamentos fazem parte do Projeto de Prospecção e Exploração de Sulfetos Polimetálicos da Cordilheira Mesoatlântica – PROCORDILHEIRA, projeto que está inserido no Programa Oceanos, Zona Costeira e Antártica, coordenado pelo Ministério das Relações Exteriores – MRE e executado pelo Serviço Geológico do Brasil – CPRM.
-
O PROERG foi criado em 2009 no âmbito do Programa de Prospecção e Exploração de Recursos Minerais da Área Internacional do Atlântico Sul e Equatorial (PROAREA) tendo como propósito identificar e avaliar a potencialidade mineral de áreas com importância econômica e político-estratégicas para o Brasil. O programa é um desdobramento do Plano Setorial para os Recursos do Mar (PSRM) e vem sendo desenvolvido pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM) e pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), com a participação de segmentos de órgãos governamentais, instituições de pesquisa e comunidade científica. No âmbito deste programa o SGB-CPRM realizou levantamentos na Elevação do Rio Grande (ERG), os quais indicaram a presença de Crostas Ferromanganesíferas Ricas em Cobalto (CFRC) e também a ocorrência de outros minérios, contendo Níquel, Platina, Manganês, Tálio e Telúrio, de relevante potencial científico e econômico. Em dezembro de 2013, a CPRM submeteu à análise e aprovação da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA), tendo seu Plano de Trabalho aprovado em novembro de 2015 para exploração de CFRC’s na forma de Contrato, de uma área de 3.000.000 km ² localizada em áreas, além da jurisdição nacional, no Atlântico Sul. Com o aumento dos estudos na região da Amazônia Azul e em áreas internacionais o estado Brasileiro encaminhou, em 17 de maio de 2004 sua submissão à Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC), visando ao reconhecimento da extensão de sua plataforma continental com o prolongamento natural do seu território terrestre, até o bordo exterior da margem continental, além do limite de 200 MN das linhas de base a partir das quais se mede a largura do mar territorial, conforme previsto no artigo 76 (4) e (6) da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito no Mar ou "United Nations Convention on the Law of the Sea (UNCLOS)". No entanto, novas informações geológicas, geofísicas e geomorfológicas coletadas pelo SGB-CPRM e por outras instituições brasileiras sobre a margem oriental brasileira, proporcionaram ao Estado Brasileiro uma nova submissão da margem oriental revisada junto a CLP C em dezembro de 2018, a qual incluiu toda a região da ERG como extensão da PCJB.
-
O PROERG foi criado em 2009 no âmbito do Programa de Prospecção e Exploração de Recursos Minerais da Área Internacional do Atlântico Sul e Equatorial (PROAREA) tendo com o propósito identificar e avaliar a potencialidade mineral de áreas com importância econômica e político-estratégicas para o Brasil. O programa é um desdobramento do Plano Setorial para os Recursos do Mar (PSRM) e vem sendo desenvolvido pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM) e pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), com a participação de segmentos de órgãos governamentais, instituições de pesquisa e comunidade científica. No âmbito deste programa o SGB-CPRM realizou levantamentos na Elevação do Rio Grande (ERG), os quais indicaram a presença de Crostas Ferromanganesíferas Ricas em Cobalto (CFRC) e também a ocorrência de outros minérios, contendo Níquel, Platina, Manganês, Tálio e Telúrio, de relevante potencial científico e econômico. Em dezembro de 2013, a CPRM submeteu à análise e aprovação da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA), tendo seu Plano de Trabalho aprovado em novembro de 2015 para exploração de CFRC’s na forma de Contrato, de um a área de 3.000.000 km ² localizada em áreas, além da jurisdição nacional, no Atlântico Sul. Com o aumento dos estudos na região da Amazônia Azul e em áreas internacionais o estado Brasileiro encaminhou, em 17 de maio de 2004 sua submissão à Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC), visando ao reconhecimento da extensão de sua plataforma continental com o prolongamento natural do seu território terrestre, até o bordo exterior da margem continental, além do limite de 200 MN das linhas de base a partir das quais se mede a largura do mar territorial, conforme previsto no artigo 76 (4) e (6) da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito no Mar ou "United Nations Convention on the Law of the Sea (UNCLOS)". No entanto, novas informações geológicas, geofísicas e geomorfológicas coletadas pelo SGB-CPRM e por outras instituições brasileiras sobre a margem oriental brasileira, proporcionaram ao Estado Brasileiro uma nova submissão da margem oriental revisada junto a CLP C em dezembro de 2018, a qual incluiu toda a região da ERG como extensão da PCJB.
-
Produtos derivados dos dados de batimetria multifeixe levantados nos cruzeiros científicos realizados no período compreendido entre 17 de Maio e 29 de Julho de 2012, a bordo do navio de pesquisa R/V Ocean Stawart, da empresa CP+. O projeto está delimitado entre os paralelos 0.75ºN e 12.70ºN, e entre as longitudes 044.39ºO e 029.16ºO, com linhas de levantamento espaçadas de 6 a 8 km com direções, leste-oeste e oeste-leste e comprimentos de 40 a 80 km, perfazendo uma área total sondada de 88.700 km². Os dados de batimetria multifeixe foram adquiridos pelo ecobatímetro Reson 7150-F dual frequency e processados no software CARIS HIPS & SIPS e gridados na resolução de 100 m/pixel. Esse levantamento faz parte do Projeto de Prospecção e Exploração de Sulfetos Polimetálicos da Cordilheira Mesoatlântica (PROCORDILHEIRA), projeto que está inserido no Programa Oceanos, Zona Costeira e Antártica, coordenado pelo Ministério das Relações Exteriores - MRE e executado pelo Serviço Geológico do Brasil – CPRM.
-
O PROERG foi criado em 2009 no âmbito do Programa de Prospecção e Exploração de Recursos Minerais da Área Internacional do Atlântico Sul e Equatorial (PROAREA) tendo O PROERG foi criado em 2009 no âmbito do Programa de Prospecção e Exploração de Recursos Minerais da Área Internacional do Atlântico Sul e Equatorial (PROAREA) tendo com o propósito identificar e avaliar a potencialidade mineral de áreas com importância econômica e político-estratégicas para o Brasil. O programa é um desdobramento do Plano Setorial para os Recursos do Mar (PSRM) e vem sendo desenvolvido pela Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM) e pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), com a participação de segmentos de órgãos governamentais, instituições de pesquisa e comunidade científica. No âmbito deste programa o SGB-CPRM realizou levantamentos na Elevação do Rio Grande (ERG), os quais indicaram a presença de Crostas Ferromanganesíferas Ricas em Cobalto (CFRC) e também a ocorrência de outros minérios, contendo Níquel, Platina, Manganês, Tálio e Telúrio, de relevante potencial científico e econômico. Em dezembro de 2013, a CPRM submeteu à análise e aprovação da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA), tendo seu Plano de Trabalho aprovado em novembro de 2015 para exploração de CFRC’s na forma de Contrato, de um a área de 3.000.000 km ² localizada em áreas, além da jurisdição nacional, no Atlântico Sul. Com o aumento dos estudos na região da Amazônia Azul e em áreas internacionais o estado Brasileiro encaminhou, em 17 de maio de 2004 sua submissão à Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC), visando ao reconhecimento da extensão de sua plataforma continental com o prolongamento natural do seu território terrestre, até o bordo exterior da margem continental, além do limite de 200 MN das linhas de base a partir das quais se mede a largura do mar territorial, conforme previsto no artigo 76 (4) e (6) da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito no Mar ou "United Nations Convention on the Law of the Sea (UNCLOS)". No entanto, novas informações geológicas, geofísicas e geomorfológicas coletadas pelo SGB-CPRM e por outras instituições brasileiras sobre a margem oriental brasileira, proporcionaram ao Estado Brasileiro uma nova submissão da margem oriental revisada junto a CLP C em dezembro de 2018, a qual incluiu toda a região da ERG como extensão da PCJB.
-
Produtos derivados dos dados de perfilagem acústica de subsuperfície e de batimetria multifeixe. Esses dados foram levantados nas Expedições Científicas realizadas no período compreendido entre 17 de maio e 29 de julho de 2012, a bordo do navio de pesquisa R/V Ocean Stawart, da empresa CP+. O projeto está delimitado entre os paralelos 0.75N e 12.70N e entre as longitudes 044.39ºO e 029.16ºO. As linhas de levantamento foram espaçadas de 6 a 8 Km, com direção leste-oeste e comprimentos de 40 a 80 Km, perfazendo uma área total sondada de 88.700 Km². A perfilagem de subsuperfície foi adquirida pelo equipamento Kundsen 3260 e processados pelo software Sonarwiz. Os dados batimétricos foram adquiridos pelo equipamento Reson 7150-F dual frequency e processados no software CARIS HIPS & SIPS. Esses levantamentos fazem parte do Projeto de Prospecção e Exploração de Sulfetos Polimetálicos da Cordilheira Mesoatlântica – PROCORDILHEIRA, projeto que está inserido no Programa Oceanos, Zona Costeira e Antártica, coordenado pelo Ministério das Relações Exteriores – MRE e executado pelo Serviço Geológico do Brasil – CPRM.
-
Produtos derivados dos dados de perfilagem acústica de subsuperfície e de batimetria multifeixe. Esses dados foram levantados nas Expedições Científicas realizadas no período compreendido entre 17 de maio e 29 de julho de 2012, a bordo do navio de pesquisa R/V Ocean Stawart, da empresa CP+. O projeto está delimitado entre os paralelos 0.75N e 12.70N e entre as longitudes 044.39ºO e 029.16ºO. As linhas de levantamento foram espaçadas de 6 a 8 Km, com direção leste-oeste e comprimentos de 40 a 80 Km, perfazendo uma área total sondada de 88.700 Km². A perfilagem de subsuperfície foi adquirida pelo equipamento Kundsen 3260 e processados pelo software Sonarwiz. Os dados batimétricos foram adquiridos pelo equipamento Reson 7150-F dual frequency e processados no software CARIS HIPS & SIPS. Esses levantamentos fazem parte do Projeto de Prospecção e Exploração de Sulfetos Polimetálicos da Cordilheira Mesoatlântica – PROCORDILHEIRA, projeto que está inserido no Programa Oceanos, Zona Costeira e Antártica, coordenado pelo Ministério das Relações Exteriores – MRE e executado pelo Serviço Geológico do Brasil – CPRM.
Metadados SGB/CPRM