933

Propriedade Valor
id 933
petrografo Ana Paula Justo
granulacao_minima
cod_amostra 90934
projeto Metalogenia das Províncias Minerais do Brasil - Áreas PA e AP - Área Carajás
granulacao_media
rocha None
cod_afloramento 434419
base_cartografica SB.22-Z-A-II - Serra dos Carajás
granulacao_maxima
link p_cod_amostra=90934&p_cod_rocha=495712&p_cod_afloramento=434419
cod_rocha 495712
tipo_secao Delgada
selecionamento None
local_lamina SUREG-BE
num_campo_amostra AP-0132
grau_intemperismo None
consistencia_amostra None
lote_lamina None
cod_lamina 28497
tamanho_amostra None
contato None
num_lab_lamina None
num_campo_lamina 4212-AP-R-0132
cor_rx_fresca None
cod_classificacao None
ficha None
notas A rocha é composta predominantemente de uma matriz de quartzos muito finos, anédricos, que por vezes aparentam ser "shards" e de ripas submilimétricas de plagioclásio. Tanto o quartzo quanto o plagioclásio apresentam extinção ondulante. Distribuidas pervasicamente pela matriz ocorrem biotitas e sericitas submilimétricas, as biotitas, por vezes apresentam maior grau de cristalinidade, chegando a formar aglomerados (clots); já a sericita aparenta ser produto de alteração dos plagioclásios. Observam-se fenocristais de quartzos caso a rocha seja um riolito, entretanto a hipótese de ser um tufo ácido é sustentada pela presença pervasiva de argilominerais na matriz (biotita e sericita), bem como por alguns fragmentos angulosos, de ~1mm, compostos predominantemente por biotita, quartzo, opacos e sericita. Neste caso, os fenocristais de quartzo seriam fragmentos de cristais arrancados do magma parental. Ocorrem ainda esferulitos com intercrescimento radial entre quartzo e feldspato sericitado, associados à biotita.
cor_rx_intemperizada None
protolito None
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