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(1) Os cristais, especialmente os das micas, demarcam uma foliação metamórfica em uma clivagem contínua. Nessa clivagem contínua, há dobras intrafoliais, sendo que tudo aparece dobrado por mais uma fase, exibindo por vezes padrão de dobramento em bengala. Essas características mostram que ocorreram pelo menos três fases de deformação, Dn, que foi dobrado por Dn+1, e uma fase Dn+2 que dobrou Dn+1 e redobrou Dn. Em zonas de charneira de dobras Dn+2, pode-se observar outras dobras afetadas por Dn+2 que possuem plano axial oblíquo em relação ao plano axial da Dn+2, evidenciando o redobramento da foliação antiga. As dobras Dn+1 são isoclinais.
(2) Os cristais de granada apresentam dobras contidas dentro deles, nas inclusões, referentes à Dn+1, sendo estes cristais sin a tarde Dn+1. Há biotitas e muscovitas recristalizadas em arcos poligonais nas dobras Dn+2, mostrando que o pico de metamorfismo nessa fase ultrapassou o pico deformacional, e que essa fase foi de menor grau metamórfico em relação à Dn+1 e Dn. Quarzto (26%), Plagioclásio (30%), K-feldspato (36%), Biotita (6%), Opacos (1%).
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