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508

Propriedade Valor
id 508
cod_afloramento 331126
projeto Geologia da Folha Salgueiro
granulacao_media
rocha Gnaisse
cod_rocha 363225
base_cartografica SC.24-V-B-III - Salgueiro
granulacao_maxima
link p_cod_amostra=57378&p_cod_rocha=363225&p_cod_afloramento=331126
num_campo_amostra MM20B
tipo_secao Delgada
selecionamento None
local_lamina SUREG-RE
cod_lamina 13278
grau_intemperismo None
consistencia_amostra None
lote_lamina None
num_campo_lamina FEG-587
tamanho_amostra None
contato None
num_lab_lamina None
notas Em seção delgada observa-se uma rocha metamórfica foliada, bandada, gnáissica, alternando bandas félsicas e máficas, ambas de granulação fina, submilimétrica até 1-2mm. As bandas félsicas são quartzo-feldspáticas, granoblásticas, e as bandas máficas, piroxênio-anfibolíticas, granonematoblásticas, e associadas a minerais acessórios máficos (titanita, allanita, iotita, opacos, etc.)(vide fotomicrografias MM-20B1, 20x, nicois// e MM-20B-2, 20x, nicoisX.. Os minerais félsicos exibem a seguinte proporção modal: quartzo (60%), Plagioclásio (10%), K-feldspato tipo microclina (10%) e mostram-se xenoblásticos, granoblásticos alongados na direção da foliação/bandamento gnáissico, distinguem-se entre sí o quartzo pelo aspecto límpido e extinção ondulante, e os feldspatos pelas respectivas geminações características, polissintética no caso dos plagioclásios e cruzada no caso dos K-feldspatos tipo microclina (fotomicrografias MM-20B-3, 20x, nicois X, fotomicrografias MM-20B-4, 20x, nicois X. Por vezes o quartzo exibe granulação maior como microveios tardios, que se introduziram aproveitando os planos de fraqueza proporcionados pelos planos de foliação, a granulação geral dos minerais das bandas félsicas é homogênea (MM-20B-4, 20 X, nicóis X), submilimétrica. Já os minerais de quartzo alongados por vezes atingem 2-3mm (MM-20B-3, 20x, nicoix X). Os minerais máficos exibem a seguinte proporção modal: anfibólios ( 8%), piroxênios (8%), acessórios (4%), titanitas, apatitas, minerais opacos, biotita, zircão. Os anfibólios saõ verde claros a verde escuros, possivelmente da sáerie dos anfibólios cálcicos, genericamente chamados de hornblendas, embora a exata classificação mineralógica só seja possível com diagramas classificatórios apropriados para anfibólios (os diagramas de Leake, 1997). Os piroxênios são clinopiroxênios da série diopsídio-hedenbergita, verdes claros a verde-escuros (mais uma vez ressaltamos que a exata classificação só é possível com diagramas classificatórios apropriados para piroxênios (os diagramas de Morimôto, 1978). Em ambos os casos é necessário fazer análises de química mineral e projetá-las nos diagramas apropriados. Os clinoriproxênios estão transformando-se em anfibólios (fotomicrografis MM-20B-5, 40 X, nicóis //) e os anfibólios estão transformando-se em biotitas (fotomicrografis MM-20B-6, 100 X, nicóis //) evidenciando processos retrometamórficos atuantes nas bandas máficas. É comum observarmos nesta lâmina os dois minerasi (clinopiroxênio e clinoanfibólio) adjacentes (fotomicrografis MM-20B-7, 100 X, nicóis //) e também associados a titanitas (fotomicrografis MM-20B-8, 100 X, nicóis //), apatitas (fotomicrografis MM-20B-9, 100 X, nicóis //), opacos (fotomicrografis MM-20B-10, 100 X, nicóis //), alanitas (fotomicrografis MM-20B-11 e 12, 100 X, nicóis // e X), respectivamente), biotitas (fotomicrografis MM-20B-13, 100 X, nicóis //), zircão (fotomicrografis MM-20B-8, 100 X, nicóis //)
cor_rx_fresca None
cod_classificacao None
ficha None
petrografo Maria Angélica Sampaio
cor_rx_intemperizada None
protolito None
cod_amostra 57378
granulacao_minima
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